Moringa, obra prima da Natureza.

Me visite no JARDIM DIDÁTICO Maria de Lourdes Barreto Santos.

Moringa no Jardim Didático Maria de Lourdes Barreto Santos, por Larissa Farias, 2019.

MINHA IDENTIDADE

Nome popular: Moringa.

Nome científico: Moringa oleifera.

Outros nomes: acácia-branca (Cabo Verde), árvore-rabanete-de-cavalo, cedro, moringueiro e quiabo-de-quina, morangue (Timor) e moxingo (India).

Classificação: Moringas (só existe um gênero no grupo).

Espécie ameaçada de extinção: ( ) Sim.   (x) Não.

MINHAS HISTÓRIAS

Sou uma planta medicinal utilizada há mais de 4 mil anos e, devido a minha popularização, acabei sendo exportada para o Brasil.
Com o passar do tempo, outras de minhas vantagens e aplicações foram descobertas e, por isso, minha fama cresceu no meio científico.

COMO ME RECONHECER?

Apesar de minha muda ser pequena, meu crescimento é rápido e posso alcançar até 12 metros de altura.

Tenho um tronco estreito de no máximo 30 centímetros de diâmetro e possuo a casca de cortiça esbranquiçada (que é tóxica).

Minhas folhas são muito características, semelhantes apenas, com sete folíolos pequenos em ramo.

As minhas flores são amareladas e ultrapassam os 3 centímetros.

HABITAT / ORIGEM

Surgi no Himalaia e gradativamente me espalhei pelas regiões de clima tropical e subtropical da África e do sudoeste da Ásia.

Ao chegar no Brasil, me adaptei melhor na região Centro-oeste e parte do Sudeste, onde o clima é mais seco e o solo mais firme.

NATUREZA E ARTE

O grupo musical Flor Ribeirinha, do Mato Grosso, compôs a música “Domingas”, onde enaltecem a cultura do estado e a moringa.

Além disso, minhas sementes ajudam a produzir um óleo próprio para pinturas com telas, o Óleo de Ben.

CUIDADOS E SAÚDE

Sou rica em proteínas, vitaminas e minerais, além de apresentar baixas calorias.

Com exceção da casca, todas as minhas partes podem ser consumidas, o que me torna uma boa alternativa na preparação de comidas.

Posso ser utilizada no combate à desnutrição e no tratamento de dor de cabeça, hemorroidas, dor de garganta, febre, inflamações, etc.

REFERÊNCIAS

  • SCARANO, Fabio R. et al. Biomas brasileiros: retratos de um país plural, Rio de Janeiro. Casa da Palavra, 2012.
  • LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa, SP, Editora Plantarium, 1a edição, 1992.
  • ROYAL BOTANIC GARDENS, KEW AND MISSOURI BOTANICAL GARDEN. (Org.). The Plant List: A working list of all plant species. The Plant List, 2013. http://www.theplantlist.org/.

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