Ciência em Poesia: A Matemática Imperial

Angela Vallvey, Espanha.

A MATEMÁTICA IMPERIAL

Tycho Brahe

Soy un observador, tomo nota del cielo,
¿Qué es?, ¿también él siente y titubea?,
¿qué lumbre dio calor al corazón
de la materia?, ¿qué claridad abriga lo remoto?

Eu sou um observador, tomo notas do céu 
O que é? Ele também sente e hesita? 
Que luz aqueceu o coração da matéria? 
Que claridão abriga o remoto? 

No, no tengo miedo de la noche,
yo cuido la penumbra; ebria de ocasos
mi mirada, de números que flotan
en la niebla de Uraniburg. Mis nieblas

Não, eu não tenho medo da noite, 
eu cuido da penumbra; embriagado com o pôr do sol,
com números flutuando na névoa de Uraniburg. Minhas brumas 

entre Elsinor y Copenhague,
rodando como frutos que el rocío le impone
al mapa que dibujo de este cielo invisible.
Nieblas y lentes, lluvia rumorosa,

entre Elsinor e Copenhague, 
rolando como frutas que o orvalho impõe 
ao mapa que desenho deste céu invisível. 
Névoas e lentes, chuva murmurante, 

vino añejo y hermosos mundos… ¿de qué color,
con qué auroras? Yo los pinto lo mismo que si fueran
girasoles o niñas, o tuvieran un cuerpo y esperanza,
            como
si ellos también me amaran.

vinho vintage e belos mundos ... de que cor,
com que auroras? Eu os pinto como se fossem 
girassóis ou meninas, ou tivessem um corpo e esperança,
     como 
se me amassem também.

Fonte: Madrid+, Poesía y Ciencia. Sección dirigida por Miguel García-Posada.

http://www.madrimasd.org/cultura-cientifica/ciencia-cultura/poesias

Animação sobre a vida de Tycho Brahe – TED-ED

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