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SUMMARY:2026: Ano Internacional da Mulher Agricultora
DESCRIPTION:As Nações Unidas declararam 2026 o Ano Internacional da Mulher Agricultora (IYWF 2026). \nO ano destacará o papel essencial que as mulheres desempenham em todos os sistemas agroalimentares\, da produção ao comércio\, muitas vezes sem o devido reconhecimento. \nAs mulheres agricultoras são fundamentais para a segurança alimentar\, a nutrição e a resiliência econômica. \nO IYWF 2026 visa aumentar a conscientização e promover ações para reduzir as desigualdades de gênero e melhorar a qualidade de vida das mulheres em todo o mundo. \nO Ano Internacional da Mulher Agricultora 2026 visa aumentar a conscientização sobre o papel das mulheres nos sistemas agroalimentares e os desafios que elas enfrentam\, incluindo a posse da terra\, as restrições financeiras e técnicas e o acesso limitado a serviços e educação. Busca também incentivar políticas e investimentos que empoderem as mulheres nos sistemas agroalimentares e promover maiores sinergias entre as iniciativas internacionais de apoio às mulheres agricultoras. \nSeja você um governo\, uma cidade\, uma empresa privada\, uma ONG\, um jornalista\, uma organização da sociedade civil ou um indivíduo\, você pode participar do Ano Internacional da Mulher Agricultora 2026.
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SUMMARY:Março Azul-Marinho - Câncer Colorretal
DESCRIPTION:O Mês de Março é conhecido pela cor Azul-Marinho em conscientização ao câncer colorretal\, o terceiro tipo mais comum no Brasil. \nO Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima o surgimento de 41 mil novos casos por ano no país. \nO câncer colorretal origina-se no intestino grosso\, também chamado de colón\, e no reto\, região final do trato digestivo e anterior ao ânus. \nO médico oncologista clínico Duílio Rocha\, chefe da Unidade de Oncologia do Complexo Hospitalar da UFC (CH-UFC)\, vinculado à Rede Ebserh/MEC\, explica que os fatores de risco são o sedentarismo\, sobrepeso\, alimentação pobre em fibras e rica em carnes processadas e vermelhas\, exposição à radiação\, ao tabagismo e ao alcoolismo. \nAs medidas preventivas\, então\, envolvem principalmente evitar esses fatores\, mantendo hábitos de vida saudáveis. A idade também aumenta a chance do aparecimento de tumores nessa região\, sendo mais comum em pessoas com mais de 50 anos. Há casos\, ainda\, associados à hereditariedade\, identificados quando existe um histórico familiar. \nUm paciente de 62 anos\, diagnosticado em agosto de 2021\, percebeu que havia algum problema quando viu sangue nas fezes\, situação que piorava com o passar do tempo. Este é um dos principais sintomas\, conforme alerta Sthela Murad-Regadas\, do Serviço de Coloproctologia do CH-UFC. \nSegundo ela\, também pode ser notada a alteração do hábito intestinal (diarreia\, constipação)\, presença de dor ou massa abdominal ao evacuar\, mudança nas fezes (cor\, espessura)\, perda de peso e anemia. Muitos desses sinais são pouco específicos porque podem estar associados a outras doenças\, dificultando a descoberta precoce. \nPara uma investigação preliminar e preventiva pode ser sugerida a análise de sangue oculto nas fezes. \nQuando é detectada essa presença\, o principal exame mais específico é a colonoscopia\, que permite avaliar toda a extensão do intestino grosso em busca de lesões que\, caso existam\, serão analisadas em biópsia. \nTambém pode ser feita a retossigmoidoscopia para percepção de alterações na parte final do intestino. \nO acompanhamento médico determinará os passos para diagnóstico e procedimentos a serem feitos. \nSegundo o oncologista Duílio Rocha\, esse é um tipo de câncer com alta chance de cura\, principalmente se identificado no estágio inicial. A cirurgia é o principal caminho para que o tumor seja retirado\, mas também há possibilidade de ser realizada radioterapia e quimioterapia\, além do auxílio de medicamentos no tratamento. \n“Com essas medidas nós conseguimos curar com muita segurança”\, ressaltou. \nNo caso do paciente foi realizada uma cirurgia em novembro de 2021 para retirada dos tumores que estavam obstruindo seu intestino. Já recuperado do procedimento\, precisou realizar quatro sessões de quimioterapia. Ele tem se sentido muito bem e reforça a importância de buscar orientação e tratamento. \n“Eu sei que é difícil receber o diagnóstico de câncer\, mas a gente tem que ir à luta. Confiem nos médicos\, não se envergonhem e procurem ajuda. Eu sou testemunha que é possível vencer”.
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